A Paixão de Cristo


“A Paixão de Cristo” é um filme dramático americano do ano 2004 dirigido por Mel Gibson 2004. O filme começa com orações de Cristo no Jardim do Getsêmani e a Sua traição por Judas Iscariotes. Em seguida, mostra os julgamentos, a tortura e a humilhação que Cristo sofreu sob Pôncio Pilatos e Herodes. Quando Pilatos pronunciou a sentença de morte a Cristo, Ele carregou uma pesada cruz de madeira até ao Calvário no meio da zombaria de uma multidão e espancamentos horrorosos. É crucificado, morre, e Satanás aparece a gritar completamente derrotado. Jesus é retirado da cruz, sepultado, e finalmente ressuscita e sai do sepulcro.

Depois de Jesus entregar o seu espírito e falecer a cortina do Templo foi rasgada em duas partes, de alto a baixo, perante o horror dos sacerdotes, incluindo Caifás, o Sumo Sacerdote, que tinha planeado a morte de Jesus. Quando Cristo expirou na cruz, uma série de acontecimentos, incluindo um terramoto, atestou que “Certamente, ele era o Filho de Deus!”

“Jesus de novo lançou um grande brado, e entregou a alma. E eis que o véu do templo se rasgou em duas partes de alto a baixo, a terra tremeu, fenderam-se as rochas. Os sepulcros se abriram e os corpos de muitos justos ressuscitaram. Saindo de suas sepulturas, entraram na Cidade Santa depois da ressurreição de Jesus e apareceram a muitas pessoas. O centurião e seus homens que montavam guarda a Jesus, diante do estremecimento da terra e de tudo o que se passava, disseram entre si, possuídos de grande temor: Verdadeiramente, este homem era Filho de Deus!” (Mt 27:50-54)

Observei a versão original do filme na privacidade da minha casa em três sessões distintas, devido à extrema injustiça e crueldade do filme. Na minha humilde opinião, a película retrata, de forma realista e vivida, “A Paixão de Cristo”, que realmente penetrou a minha alma!

Tomei conhecimento através da media que um assassino julgado inocente pelo tribunal tinha visto o filme o qual também penetrou a sua alma. “Cristo sofreu tanto por mim para que eu pudesse entrar no Céu, e não tenho nenhuma esperança de lá chegar a não ser que confesse o meu pecado às autoridades e cumpra uma pena pelo assassinato,” raciocinou o criminoso … e seguiu o seu raciocínio.

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