Fátima, 13 de Outubro de 1917

 

A Virgem Maria tinha prometido aos videntes que um milgre aconteceria na sua última aparição de 13 de Outubro de 1917, porque havia ceticismo exarceberado sobre as aparições. O “Milagre do Sol” ocorreu perante uma enorme multidão de aproximadamente 70.000 pessoas, que incluia repórteres e fotógrafos reunidos na Cova da Iria. Testemunhas mais tarde falaram acerca do sol a mudar de cores e a girar como uma roda. O poeta Afonso Lopes Vieira e a professora Delfina Lopes informaram que o fenómeno solar foi visível dentro de um raio de 40 quilómetros. Nem todas as testemunhas viram o sol “dançar”. Algumas pessoas só viram cores radiantes, e outras, incluindo alguns crentes, não viram nada. O vídeo mostra que, durante o “Milagre do Sol”, a multidão entrou em pânico porque temeram que o sol queimaria a terra.

O colunista Avelino de Almeida de O Século (o jornal mais influente de Portugal, que era pró-governamental e declaradamente anti-clerical) informou:

“Diante do olhar da multidão atónita, cuja aparência era  bíblica enquanto olhava ansiosamente para o céu com a vista desprotegida, o sol tremeu, teve movimentos incríveis e súbitos desobedecendo a todas as leis cósmicas – o sol ‘dançou’ segundo a expressão popular.”

A Mãe de Deus garantiu aos videntes na sua última aparição que levaria em breve as crianças mais jovens para o Céu, mas Lúcia continuaria na terra para promover a devoção do Rosário e difundir mensagens celestiais ao mundo. A Virgem Maria de semblante triste disse às crianças que o Pai do Céu estava muito ofendido com os pecados da humanidade.

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